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FONTE: REVISTA CRESCER

Menina, bebê e branca? Cada vez mais, esse não é o filho tão desejado. Nos últimos anos, tem crescido o número de pais que preferem crianças com mais de 3 anos, de qualquer sexo ou cor. Pura compaixão? Não necessariamente. Os novos perfis e configurações familiares explicam em parte esse movimento. A mudança ainda é tímida, mas uma esperança para os mais de 6 mil meninos e meninas no cadastro de adoção, sendo 5.719 maiores de 3 anos




FONTE: BEBE 

Especialistas explicam como funciona esse tipo de adoção e dão dicas de como encarar e lidar com a situação.

Embora não seja um conceito formal, considera-se tardia a adoção de crianças que já tenham uma percepção maior de si, do outro e do mundo. O critério é vago, mas a estimativa é a partir dos 3 anos de idade. No entanto, para a psicóloga Marcia Porto Ferreira, coordenadora do Grupo Acesso do Instituto Sedes Sapientiae, esse termo deve ser utilizado com cautela: “Esse é um nome que já reafirma um padrão de família tradicional: um pai, uma mãe e um bebê” atenta ela. “Essa família não é mais a norma, mas, mesmo assim, você continua com uma fila enorme de candidatos que só querem bebês. Enquanto isso, outras crianças vão sendo deixadas de lado.”


FONTE: OBSERVATÓRIO G

Em decisão inédita, a justiça francesa indeferiu nesta quarta-feira (14) o pedido de uma mãe transgênero de ter o seu nome na certidão de nascimento. Com informações são da agência RFI.

FONTE: OBSERVATÓRIO G

A justiça da China condenou uma escritora a 10 anos de prisão por escrever o romance gay Gongzhan. O livro conta a história de amor proibida entre um professor e um estudante e foi julgado pelo conteúdo sexual.

A romancista de sobrenome Liu, mas com pseudônimo Tianyi, foi julgada em tribunal da província de Anhui, no Leste do país. A polícia afirma que cerca de 7 mil exemplares foram vendidos, rendendo 150 mil iaunes (cerca de 81 mil reais).

Rosineide Lima é servidora pública e já acumula quase 1.800 dias de ansiedade para se tornar mãe. No DF, há 117 crianças à espera de um lar


FONTE: OBSERVATÓRIO G

O documento final aprovado no último sábado (26) pelo Sínodo dos Bispos que aconteceu durante todo este mês de outubro, no Vaticano, concluiu que os homossexuais sejam acolhidos pela Igreja Católica e que não haja discriminação contra os seus membros dentro da religião.

Intitulado “inclinações sexuais”, o ponto foi considerado um dos mais polêmicos e controversos de todo o documento que contém 167 pontos, divididos em 60 páginas, aprovados pelos 149 chamados padres sinodais e todos eles com a maioria de dois terços que se requeria segundo as regras do Sínodo. As informações são da agência Efe.

Este é o ponto que gerou mais discussão, e por isso, recebeu o maior número de votos de protestos, sendo um total de 65. Na descrição, diz que o evento “se reafirma que Deus ama todas as pessoas e assim faz a Igreja, reiterando seu compromisso contra qualquer discriminação e violência sobre a base sexual”.

Apesar de se especificar que a Igreja “reafirma a antropológica diferença e reciprocidade entre homem e mulher”, o documento também alega que “retém que é algo restritivo definir a identidade das pessoas a partir unicamente da sua orientação sexual”.

O texto reconhece que em muitas comunidades já existem “caminhos para acompanhar na fé pessoas homossexuais” e que o Sínodo “recomenda favorecer estes caminhos”, e concluindo que: “se ajuda a todos os jovens, sem excluir ninguém, a integrar sempre mais a dimensão sexual na sua própria personalidade”.

Apesar de estar presente no texto preparatório do evento, a sigla LGBT não foi utilizada no documento final. Por ser rejeitada por alguns membros incluindo o arcebispo da Filadélfia, Charles Chaput, que em seu discurso chegou a negar a existência de “LGBTQ católico”.
Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”