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Quatro pais contam como assumiram a homossexualidade para eles mesmos e aos filhos depois de uma vida casados com mulheres
 
FONTE: EL PAÍS
 
"Chegava em casa super culpado. Tomava três banhos para tirar o cheiro do corpo. E esperava me curar", essa é uma pequena parte do relato de Lúcio*, 57, administrador de empresas. Ele foi casado por 24 anos com uma mulher e é pai de três filhos. Mas ao longo de todo o casamento, se relacionava com garotos de programa. "Eu não achava que estava traindo a minha mulher. Eu achava que eu tinha um problema e tinha que resolver", conta. Depois de anos de angústia, já na casa dos 50, Lúcio decidiu assumir a sua homossexualidade. Primeiro para ele mesmo. Depois, para a mulher e os filhos.
 
A história de Lúcio é uma das quatro relatadas ao EL PAÍS para esta reportagem. Todas são de homens, de classe média e alta, de diferentes profissões, que frequentam um grupo de apoio para pais que assumem a homossexualidade. Batizado de Homopater, o grupo é orientado pela psicóloga Vera Moris, especializada em paternidade homoafetiva.
FONTE: Nação LGBTQ - Por Bil Browning – Traduzido por Sergio Viula para o Blog Fora do Armário – Imagem - Shutterstock

Um tribunal sul-africano negou a um casal gay o direito de adotar uma criança e o juiz fez isso por uma razão muito boa. A adoção não estaria de acordo com o melhor interesse da criança.

Os dois homens têm estado comprometidos por dez anos e queriam ter um filho através de uma "barriga solidária". Acordos de "barriga de aluguel" têm que ser aprovados por uma corte no país africano antes que os direitos de adoção sejam garantidos.
 
FONTE: FAMÍLIA - Por: Roberta Preto
 
Segundo o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), o Brasil possui 4.755 crianças e adolescentes na fila de adoção e, 37 mil pretendes habilitadas, porém, "A preferência da população por adoção são meninas brancas recém-nascidas - o que não é o perfil brasileiro", ressalta a advogada Ivone Zeger, especialista em Direito de Família e Sucessão.
 
Eu cresci num lugar difícil de se viver, mas nada se comparava a vida das crianças que conheci em um lar próximo à escola que eu estudava. Eu adorava visitar esse lugar nos fins de semana, pois tornei-me amiga das crianças que foram deixadas para trás. Estudamos, brincamos e sorrimos juntas. Algumas dessas crianças eram negras, outras brancas e pardas, tinham suas próprias peculiaridades, porém, elas possuíam um mesmo objetivo, desejavam que uma família as adotassem.

FONTE: IG  (  

Caixa especial com sistema de aquecimento fica em organização de caridade da Bélgica, onde não é possível dar à luz de forma anônima em um hospital

Na Bélgica , as mulheres grávidas que não querem ou não podem criar um bebê têm a opção de deixar a criança para adoção de forma anônima após o parto em uma organização de caridade chamada Moeders Voor Moeders, ou "Mães para mães", em tradução livre. O meio para isso é uma caixa especial, onde a menina ou menino ficam aquecidos, seguros e à espera das funcionárias do local.

Domingo, 25 Fevereiro 2018 01:10

Etiópia proíbe a adoção internacional




FONTE: AGÊNCIA EFE - Por: Kim Ludbrook – Imagem Pixabay
O Parlamento da Etiópia aprovou uma lei que proíbe a adoção internacional e o Governo terá que decidir que vai acontecer com as adoções que já estão em andamento, confirmou nesta quinta-feira à Agência Efe uma fonte oficial.
"Agora que aprovamos a lei que proíbe os estrangeiros de adotar crianças etíopes, resta formular o regulamento e as determinações sobre o que vai acontecer com os casos em processo", explicou à Efe o diretor de Relações Públicas do Ministério da Mulher e da Infância, Alemayehu Mammo, que revelou que atualmente não há determinações claras.

FONTE: JUSTIFICANDO - Por: Maíra Zapater

Para quem estuda as questões de gênero há algum tempo, é certamente curiosa a proporção que os debates sobre o tema vêm tomando ultimamente: antes restrito a alguns espaços acadêmicos ou militantes, o assunto vem ocupando pautas do STF com julgamentos sobre o direito de pessoas trangêneras usarem este ou aquele banheiro em espaços públicos[1], é cobrado de estudantes na prova do ENEM, leva mulheres às ruas para questionarem propostas legislativas que retrocedem na conquista de direitos e leva a alterações legislativas criando figuras penais controversas como o feminicídio.
Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”