Adoção
    

Adoção





FONTE: RFI

Desde 2013, casais do mesmo sexo podem adotar crianças da mesma forma que casais heterossexuais. No entanto, a discriminação persiste, especialmente na região de Seine-Maritime, no noroeste da França.

A diretora do serviço de adoção da região de Seine Maritime, no noroeste da França, Pascale Lemare, está no centro de uma polêmica depois de ter afirmado que “é complicado” para um casal homossexual adotar um bebê recém-nascido em boa saúde. Para eles, disse, restariam apenas “crianças maiores, deficientes físicas ou com problemas psicológicos”.


FONTE: CONJUR

A partir do momento em que é adotada por outros pais, uma pessoa perde os vínculos com a família biológica e, por consequência, o direito à herança. Com esse entendimento, a 7ª Turma Civil do Tribunal de Justiça do Distrito Federal negou provimento a recurso de uma mulher criada e adotada pelos tios, que buscava inclusão no inventário de seu pai biológico.

Nos autos, a requerente alega que viveu durante 32 anos como filha legitima e biológica do inventariado. Apesar de ter mantido contato com ele, diz sempre ter sido tratada com indiferença e não ter recebido bens ou custeios de estudos como os outros filhos do mesmo. Fruto do primeiro casamento, ela conta que foi abandonada pela mãe com 21 dias de vida, criada e adotada pelos tios diante do desprezo afetivo e financeiro do pai.


FONTE: DN

Vários casais homossexuais candidataram-se à adoção, mas dois anos após a lei permitir este ato a casais do mesmo sexo, ainda não há adoções concretizadas porque processo é moroso, disse à Lusa a diretora-executiva da associação Ilga Portugal.

A lei que permite a adoção de crianças por casais do mesmo sexo entrou em vigor a 01 de março de 2016, após ter sido chumbada no parlamento quatro vezes.

Fazendo um balanço à agência Lusa, a diretora-executiva da Ilga - Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo Portugal, Marta Ramos, disse que o processo está a decorrer normalmente, mas que é habitualmente demorado.

FONTE: PAI MODERNO

Desde pequeno, o sonho do britânico Benjamin Carpenter, de 33 anos, era de ser pai. E ele não esperou encontrar alguém para por em prática seu desejo e, sozinho, adotou quatro crianças especiais.

Mas o caminho não foi fácil. Benjamin teve que esperar cerca de três anos para adotar seu primeiro filho, Jack, que tem autismo e TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), há 10 anos. Isso porque precisou convencer as autoridades inglesas de que ele encarava a adoção como algo sério.

Depois desse tempo todo, ganhou a guarda do pequeno e se tornou um dos homens gays mais novos a adotar uma criança no país.
Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”