Adoção
    

Adoção

A adoção é considerada uma medida de proteção à criança e ao adolescente. Muito mais que os interesses dos adultos envolvidos, é relevante se a adoção trará à criança ou adolescente a ser adotado reais vantagens para seu desenvolvimento físico, educacional, moral e espiritual.

Sua finalidade é satisfazer o direito da criança e do adolescente à convivência familiar sadia, direito este previsto no artigo 227 da Constituição.

A adoção tem caráter irrevogável, ou seja, aquele vínculo jurídico com a família biológica jamais se restabelece, ainda que aqueles que adotaram vierem a falecer.

Doação de bebês

Poucas pessoas sabem que um bebê pode ser entregue para adoção depois que a mãe biológica declara ao Conselho Tutelar de seu município os motivos pelos quais ela não pode ficar com a criança.

O psicólogo é um profissional muito importante em todo o processo de adoção, mas é uma pena que muitas varas da infância e juventude no Brasil ainda não o tenham em seu quadro de profissionais.

O psicólogo tem muitos desafios num processo de adoção como perito de uma vara da infância e juventude. Desafios estes como, ter total consciência de seu importante papel, saber que neutralidade absoluta não existe e como pode atuar neste cenário da melhor forma.

Ele deve entender que os seres humanos são capazes de resignificar, assim como deve se permitir trazer “incertezas” ao processo, conhecer os limites do saber, é não se sentir o senhor do conhecimento e da verdade. Ser capaz de enxergar com uma visão ampliada, trabalhar seus próprios preconceitos cotidianos, desenvolver uma atuação transdisciplinar, enxergar os modelos e tendências reducionistas, elementares, usar uma lupa com humildade.

Muitas são as crianças abrigadas que sofreram abuso sexual. Este abuso pode se dar de várias formas, o ato em si, ou de forma mais cruel, sim tem uma forma pior, onde a vitima, passa a atuante da ação. Elas são manipuladas, desde pequenas, a achar que aquilo é normal, seja com carinhos mais íntimos, seja com filmes adultos, masturbação, sexo explicito... A criança cresce achando que aquilo faz parte da relação filho-pai.

E aí, quando chegar à sua casa???

Segunda, 20 Novembro 2017 15:54

Os filhos do Brasil

Políticas de abrigamento de crianças e adolescentes no país são viciadas. Se não forem modificadas, o descompasso entre as necessidades dos abandonados e os que desejam adotar vai continuar

Crianças e adolescentes brasileiros crescem e “envelhecem” nos abrigos, sem desfrutarem da oportunidade de serem adotados. Sabe-se dessa manchete. Também é sabido que os casais que se candidatam a adotar seguem um receituário pétreo – querem crianças brancas, saudáveis e com menos de 5 anos de idade, o que, em parte, explica a situação.

Random 1

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”