Adoção
    

Adoção





FONTE: G1 - Por: Luiza Tenente

Em entrevista ao G1, casal diz que pretende adotar mais três crianças. João afirma que 'ama muito sua nova família'.

A professora de uma escola pública em Ferraz de Vasconcelos (SP) pediu que os alunos fizessem uma redação sobre como seria a vida do menino mais feliz do mundo. Poderia ser uma criança que soubesse voar, que tivesse superpoderes ou qualquer fantasia. João Vitor, de 11 anos, escreveu sobre ele mesmo.

Ele foi adotado por um casal homossexual, depois de viver em um orfanato por um ano e meio. “Nós brincamos, nos divertimos, sentimos dor e choramos juntos. Nós três somos felizes e amamos uns aos outros”, diz o texto de João.




FONTE: MAGAZINE - Por: Ana Patrícia Cardoso - Foto: Sara Matos/Global Imagens

Jorge Cabral sempre quis ser pai. Há sete anos, quando adotou o Sérgio, cumpriu esse desejo. A lei vigente à época não permitia a adoção por casais homossexuais. Mas isso não o demoveu. O filho, que é filho, ponto, como de sangue, é a sua prioridade. Em semana dos pais, Jorge foi um dos que nos contou a sua história,

''Este candeeiro que temos na sala com o Pinóquio pendurado tem um significado especial. Costumava ler muitas vezes esta história ao Sérgio antes de dormir. Um pai que, como não tinha filhos, decidiu criar o seu. É uma boa metáfora para nós'', diz Jorge Cabral, de 46 anos.




FONTE: Agência CNJ de Notícias - Por: Luiza Fariello

Um “boa-noite” faria toda diferença na vida de mais de cinco mil crianças acima dos sete anos. A frase é o slogan da campanha “Adote um Boa-Noite”, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que tem como objetivo conseguir famílias para crianças e adolescentes que vivem em abrigos e com chances remotas de adoção – em geral, por estarem acima da idade desejada pelos pretendentes.

O Estado de São Paulo concentra o maior número de crianças que vivem em abrigos: nele estão 13.418 das 47 mil acolhidas em todos os estados, de acordo com dados do Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Somente em 2017, foram emitidas 880 novas guias de acolhimento no estado de São Paulo.




FONTE: CORREIO BRASILIENSE - Por: Gabriela Vinhal

O amor à primeira vista, a certeza de encontrar quem procurava, a angústia sobre o futuro, a ansiedade pela decisão, a guarda finalmente concedida. Essas etapas marcaram a vida de Joyce dos Santos, 41 anos, que adotou Larissa, a primeira criança com microcefalia decorrente do zika vírus do Distrito Federal. Foi através de uma foto, na Busca Ativa de um grupo de apoio no Whatsapp, que ela e o marido, Fabrício Rezende, 38, saíram de Betim (MG) em direção a Brasília para conhecer a filha, de apenas 1 ano.

O texto que acompanhava a imagem da menina não poderia ser mais claro: "Menina de 10 meses com microcefalia e lisencefalia causada pelo zika. Uso de sonda nasoenteral para alimentação e medicação devido à dificuldade de deglutição. Não possui controle de tronco, mas responde a estímulos com os olhos". A mensagem sem rodeios, com o aviso de uma doença que assombrou diversas mães no país há dois anos, foi a última coisa que Joyce pensou quando viu Larissa.

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”