Adoção
    

Adoção


Sei que a sua ansiedade é grande esperando seu filho, filha que está talvez em algum lugar neste momento, que não é com você. E com certeza você faz inúmeros planos, tem sonhos e planos para ela (ele).

Como qualquer filiação, a adoção é cercada por mitos, preconceitos medos e dúvidas. A adoção é particularmente especial por suas características únicas e há vivências e experiencias que só aqui encontramos!




Foto: Reprodução JJ - Por: Niza Sousa

O caminho da adoção é longo e complexo, e exige paciência e disponibilidade

Para se ter ideia, Jundiaí tem hoje 129 cadastros de pessoas interessadas em adotar e apenas uma criança (em processo de aproximação) e sete adolescentes à espera de uma nova família. No País, não é diferente. São mais de 37 mil pessoas dispostas a adotar e cerca de 5 mil crianças e jovens disponíveis no Cadastro Nacional de Adoção (CNA).


O Estatuto da Criança e do Adolescente, em seu artigo 8º, assegura a defesa da vida, da saúde e da dignidade, tanto de mães e gestantes, quanto das crianças. Segundo o estatuto, “as gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção serão obrigatoriamente encaminhadas à Justiça da Infância e da Juventude”. Além disso, é determinado que deve ser prestada assistência psicológica após tal manifestação 

A falta de conhecimento sobre a regulamentação faz com que muitas mulheres, que não têm a intenção de permanecer com as crianças, coloquem suas vidas e de seus bebês em risco. Segundo a Vara da Infância e da Juventude, o número de mães que procuram a Justiça para entregar seus filhos em adoção é muito baixo, principalmente pelo desconhecimento pelas mães de que a entrega é um processo legal.


Atualmente, dos mais de 37 mil pretendentes inscritos no Cadastro Nacional de Adoção, gerido pela Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), 5.019 são pessoas solteiras. Em média, elas representam cerca de 15% do total de crianças adotadas em todo o país. Não existem dados específicos sobre adoção de crianças por homens solteiros. No entanto, magistrados da Vara da Infância consultados pelo CNJ confirmam que o número ainda é muito pequeno e aquém do que poderia ser.

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”