Adoção
    

Adoção




FONTE: CORREIO BRASILIENSE - Por: Gabriela Vinhal

O amor à primeira vista, a certeza de encontrar quem procurava, a angústia sobre o futuro, a ansiedade pela decisão, a guarda finalmente concedida. Essas etapas marcaram a vida de Joyce dos Santos, 41 anos, que adotou Larissa, a primeira criança com microcefalia decorrente do zika vírus do Distrito Federal. Foi através de uma foto, na Busca Ativa de um grupo de apoio no Whatsapp, que ela e o marido, Fabrício Rezende, 38, saíram de Betim (MG) em direção a Brasília para conhecer a filha, de apenas 1 ano.

O texto que acompanhava a imagem da menina não poderia ser mais claro: "Menina de 10 meses com microcefalia e lisencefalia causada pelo zika. Uso de sonda nasoenteral para alimentação e medicação devido à dificuldade de deglutição. Não possui controle de tronco, mas responde a estímulos com os olhos". A mensagem sem rodeios, com o aviso de uma doença que assombrou diversas mães no país há dois anos, foi a última coisa que Joyce pensou quando viu Larissa.



FONTE: SENADO NOTÍCIAS - Por: Marcos Oliveira/Agência Senado
Guarda de criança em adoção poderá ter validade até a sentença da ação
A guarda provisória no processo de adoção terá validade até a data da sentença que julga a ação, a menos que haja revogação ou modificação da medida por ato judicial fundamentado. É o que determina projeto de lei aprovado nesta quarta-feira (2) pela Comissão de Direitos Humanos (CDH).
Atualmente, a guarda provisória nos processos de adoção pode ser deferida por tempo determinado, que é definido pelo magistrado, após o qual o termo de guarda perde a sua validade. Ajudar a reduzir a espera tanto das crianças quanto dos pretendentes à adoção é um dos objetivos do PLS 371/2016, apresentado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG). O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/1990).
Domingo, 08 Abril 2018 15:55

Série “Um olhar sobre a adoção”

FONTE:  IBDFAM

Projeto Crianças Invisíveis: Por um olhar de todos nós!

“A prevalência hoje é da filiação socioafetiva”. A frase da vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM, Maria Berenice Dias, expressa o posicionamento da entidade no tocante à adoção. Hoje, o Brasil tem mais de 47 mil crianças e adolescentes* esquecidos em instituições de acolhimento. Pior: totalmente invisíveis intramuros. Deste número, 7.985** constam do Cadastro Nacional de Adoção, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça – CNJ. E aptos à adoção são 4.769 crianças e adolescentes. Em contrapartida, segundo o mesmo órgão, existem um total de 41.035*** pretendentes cadastrados, sendo que disponíveis 38.495. Uma conta que não fecha.

Na adoção de crianças com necessidades especiais há necessidade de um ambiente familiar afetuoso, preparado para receber esta criança que precisa de ajuda para se desenvolver.
Os pais devem estar cientes de seus limites ( como adultos que são) e conscientes que terão que oferecer cuidados diferenciados, pois são crianças com problemas neurológicos e emocionais ou ainda com distúrbios de aprendizagem. São crianças soropositivas, com síndromes, problemas auditivos, motores, visuais, problemas ortopédicos, cardiopatias, sequelas de sífilis, de maus tratos além de desnutrição. Exigem cuidados permanentes, cirurgia, medicação, enfim investimentos de toda natureza. É um grande desafio!
Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”