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Segunda, 20 Novembro 2017 16:19

Os filhos do amor entre iguais

A faculdade legal da adoção por uma só pessoa, independentemente de estado civil, é que permitiu aos parceiros homossexuais constituírem família com filhos. Era uma solução faz de conta. O par decidia pela constituição da família, mas só um se habilitava, não revelando sua orientação sexual. Também ninguém perguntava. Ou seja, a avaliação era mal feita, pois feita pela metade.

A adoção era deferida a um dos parceiros, mas o filho acabava tendo dois pais ou duas mães. Tal subterfúgio contornava a proibição legal que, de forma categórica, restringia a adoção por duas pessoas aos casados ou a quem convivesse em união estável.

Apesar de conviver com o par, ter dois pais ou duas mães, o filho restava completamente desprotegido com relação a quem não o havia adotado formalmente. Essa hipócrita postura protetiva resultava em total inversão de propósitos, pois acabava por deixar o filho em situação de vulnerabilidade.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:18

Seriedade que falta é dor que sobra

Fico estarrecido – para dizer o mínimo e não ser deselegante -  com a falta de consciência de uns tantos que ainda não acordaram para a complexidade do universo de crianças abrigadas.

Parto do pressuposto – ainda sou um ser crente no lado bom da natureza humana - que esta retirada da família biológica e consequente decisão de colocação em instituição pública ou privada de acolhimento o seja sempre pelo melhor interesse da criança e adolescente. Pelo menos é o que prevê a Lei.

Seguindo esta premissa – ainda contando com o discernimento, preparo profissional e emocional de todos os envolvidos nesta questão – conclui-se que o desenvolvimento integral deste acolhido seja o melhor possível dentro das condições que - se não são ideais - sejam as que mais se aproximem de algo próximo de um lar. Claro que nada substitui o amor individualizado, se bem que coloco também esta assertiva em questionamento quando vejo um sem número de famílias com prole numerosa a qual é atendida com todo amor e carinho dentro de algumas limitações naturais.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:18

A FÉ que habita em mim

Eu estava ouvindo uma palestra de um pai que se tornou escritor de um best-seller que trata da maravilha que é ser pai. Uma palestra realmente emocionante e que me deu vontade de abraçar este homem. Havia tanta inspiração em suas palavras e a plateia estava totalmente envolvida por ele.

Não sei qual a razão, mas imediatamente pensei em DEUS. Talvez porque tanta inspiração, tantos sentimentos bons que estavam sendo transmitidos naquela palestra trazia o que há de melhor no ser humano e – na minha concepção – esta é a tradução daquela famosa centelha DIVINA que aprendi sermos todos portadores. Tenho certeza de que uns tantos ao lerem estas linhas vão torcer o nariz. Não importa. Sei que outros tantos entenderão exatamente o que estou sentindo.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:18

Somos seres humanos, não rótulos

 

Dia destes recebi uma mensagem que, após a primeira surpresa quanto ao seu teor, me deixou bastante pensativo.

Em linhas gerais a pessoa – que nunca havia feito contato direto comigo além das tradicionais opções de “curtir”, ”comentar” e “ compartilhar” – me dizia que gostaria de manter amizade comigo, especialmente por sermos gays, mas que não dava conta (sic) de minhas postagens defendendo a direita golpista e atacando a nossa presidenta (dele), dessa forma contribuindo para essa farça (sic) e reforçando a misoginia. É ou não um prato cheio a se pensar?

Claro que quando participamos destas mídias sociais e nos posiocionamos estamos dando a abertura para comentários, sugestões, críticas,etc. e é assim que acontece mesmo.

De há muito tempo deixei de lado a questão da importância que dei durante muito tempo – lamento muito por isto – à questão de agradar ou desagradar naquela busca que todos – em maior ou menor grau – fazemos.

Não se trata de não considerar o outro e o que ele tem a dizer, mas sim de se conhecer melhor e desta forma se aceitar a si mesmo e encontrar o auto-amor. Esta é uma outra história.

Random 1

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”