Diversidade
    

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FONTE: G1

Bia e Ariane casaram em 2016, após resolução do CNJ obrigar cartórios a registrarem uniões entre pessoas do mesmo sexo. Mesmo assim, neste 17 de maio, Dia Internacional Contra a Homofobia, a equidade está longe de ser uma realidade, especialmente perante à lei.

O Brasil é um dos poucos países no mundo em que o casamento homoafetivo é permitido. O matrimônio ou união entre pessoas do mesmo sexo é reconhecida em ao menos 52 países, segundo dados da associação internacional ILGA (International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Intersex Association), que monitora as leis relacionadas ao tema há mais de uma década.




FONTE: M DE MULHER

Em 2013 o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi regulamentado por aqui. Nesta página, três casais de mulheres falam sobre a mudança em suas vidas.

Há cinco anos o dia 14 de maio representa, para a comunidade LGBTQ+ brasileira, muito mais do que uma data qualquer no calendário. É que desde então, em 2013, o casamento homoafetivo finalmente passou a valer no Brasil, permitindo, inclusive, a conversão de união estável em civil.

Domingo, 20 Maio 2018 16:57

Quem pensa nas crianças homossexuais?




FONTE: CP - Por: Guilherme Boneto

Quando o tema em debate é a ampliação dos direitos das pessoas LGBT, os conservadores de costumes sempre argumentam que é preciso “pensar nas crianças”. Em sua desinformação ou desonestidade intelectual, acreditam ou pregam que qualquer expressão de sexualidade que não seja a heterossexual é “imoral”, e assim sendo, deve restringir-se a ambientes privados. Alguns querem, inclusive, que seja proibida pelo ordenamento jurídico. Um dos argumentos centrais para defender o indefensável: as crianças não podem conviver com isso.

Direi eu, neste precioso espaço, com o que as crianças não podem conviver. No entanto, embora concorde que é preciso refletir sobre o bem-estar infantil, apresentarei (ufa!) ponto de vista diferente.




FONTE: BAHIA NOTICIAS

A campanha “Sim ao Amor” do Ministério Público baiano (MP-BA) irá promover um casamento coletivo LGBT em Salvador no próximo 28 de junho. A iniciativa pretende promover o reconhecimento social e judicial das uniões homoafetivas na capital baiana, com a realização de matrimônios civis de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, transgêneros e travestis na cidade. Os casais interessados podem procurar o MP-BA para realizar a habilitação do casamento, comparecendo ao Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e da População LGBT (Gedem), localizado na Rua Arquimedes Gonçalves, Jardim Baiano. Para selar o casamento, porém, é necessário cumprir algumas exigências. Os noivos ou noivas devem residir em Salvador, precisam estar acompanhados de duas testemunhas maiores de 18 anos e possuir documentação de identificação originais com cópias autenticadas. A cerimônia acontece depois do primeiro casamento coletivo LGTB da Bahia, realizado na cidade de Santo Amaro em 2016. Na oportunidade, três casais celebraram a união civil. Já a primeira união legal homoafetiva aconteceu em 2014 na cidade de Itabuna. O “Sim ao Amor” é uma iniciativa do Gedem e do Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (Gedhis). Ele conta o apoio de várias instituições, como a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA), Comarca de Salvador, Grupo Gay da Bahia, Grupo Enlace, Grupo Família pela Diversidade e Cartório de Nazaré.

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”