Diversidade
    

Diversidade



FONTE: HUFF POST

Cantora, que já foi ferida na rua e vítima da violência transfóbica, usa sua arte e projeção para promover direitos para si e para outras: "Tenho um corpo que fala por mim."

Com oito anos de idade, Valéria Barcellos da Silva descobriu que sua vida não seria nada fácil. Foi no banheiro da escola que uma colega pronunciou: "não, seu pinto não vai cair!". O que caiu, naquele momento, foi o mundo de uma criança que estava apenas aguardando o suposto evento biológico para se libertar. "Eu criei isso na minha cabeça, e por uns três ou quatro anos, fiquei esperando ele cair, como se fosse uma verruga. Naquele momento, me dei conta de que ia ter de conviver com essa dualidade", conta a cantora de 38 anos.



FONTE: ISTO É

Érica Ferreira é uma travesti de 54 anos e namora Jorge, de 49 anos. Os dois estão juntos há 16 anos e recolhem lixo reciclável em uma carroça no centro de Franco da Rocha, na grande São Paulo, e são bastante conhecidos pela população. Com a ajuda de uma ONG, da prefeitura e de moradores da cidade, os dois puderam oficializar a união no último domingo, 22, com direito a vestido branco e terno.

O casamento foi realizado durante a II Parada LGBT de Franco da Rocha, idealizado pelo Instituto Nice, que atua na reinserção social da população LGBT, em parceria com a prefeitura da cidade. Valéria Rodrigues, presidente do instituto, conhece Érica há anos, mas nunca conseguia conversar muito com ela. Até que, em abril, isso mudou.


FONTE: REVISTA DONNA 

Mulheres em estádios de futebol não são novidade há muito tempo. Uma pesquisa do Ibope indica que cerca de 50% da torcida do Corinthians, um dos maiores times brasileiros, é feminina. Na terra da Dupla Gre-Nal, os números também ganham expressão. No Beira-Rio, cerca de 23% do quadro de associados é de mulheres, enquanto na Arena são 16% – oficialmente, vale dizer. Mas e quando saímos das arquibancadas e entramos no campo ou no vestiário?

Mesmo na arbitragem, um dos setores em que elas conquistaram mais espaço, os números ainda são pequenos: dos 28 árbitros brasileiros que integram o quadro da Fifa em 2018, apenas oito são do sexo feminino (quatro árbitras e quatro assistentes). E elas são mais raras ainda no posto de treinador. Para se ter uma ideia, somente neste ano, pela primeira vez na história do futebol brasileiro, uma mulher conquistou o registro de técnica profissional na CBF. Sinal de que ainda há muito a avançar dentro e fora das quatro linhas.



FONTE: HUFF POST BRASIL 

Em 2018, nenhuma proposta que assegura direitos à gays, lésbicas, bissexuais e trans foi aprovada no Congresso Nacional.

Em 2018, comemora-se 40 anos do movimento LGBT no Brasil, mas o marco não é suficiente para que propostas que asseguram direitos à gays, lésbicas, bissexuais e pessoas trans sejam aprovadas no Congresso Nacional. São dezenas de projetos de lei, sendo 13 prioritários, de acordo com a Aliança LGBT e com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra).

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”