Família
    

Família

Segunda, 20 Novembro 2017 14:59

De padrinho a pai


"Em 2013, resolvi voltar a fazer algum trabalho voluntário e fui procurar na internet e por acaso (ou não) havia uma chamada de último dia de inscrição para o programa de apadrinhamento afetivo organizado pelo Instituto Amigo de Lucas em Porto Alegre, que eu não sabia o que era. Vi na hora que envolvia crianças e abrigos, então me interessei.

Mesmo sendo de Gravataí, região metropolitana, consegui me inscrever, pois na minha cidade não consegui contato com ninguém sobre apadrinhamento e até hoje dizem que existe, mas nunca ninguém viu, nem sabem como fazer para apadrinhar uma criança.

Segunda, 20 Novembro 2017 14:58

Os meus, os seus, os nossos

Novas configurações de família chamam atenção para necessidade de mudanças nas leis brasileiras

Jane ama Lívia, que tem dois filhos de dois relacionamentos diferentes. Uma família de quatro pessoas. Rogério ama Weykman, que compartilhava com ele a vontade de ser pai. Hoje são uma família de seis pessoas. Cristina já estava com a vida toda encaminhada, solteira e mãe de um rapaz já crescido. Depois de adotar um menino, forma uma família de três pessoas. Carolina e Flávia se conhecem há muitos anos, e há 10 estão em um relacionamento sério que trouxe na bagagem dois filhos de outros relacionamentos. Mais uma família de quatro integrantes.

Para o Estatuto da Família, apenas Cristina e seus dois filhos fazem parte de formação familiar.

Estas são matérias polêmicas, pois ainda existe muito preconceito e valores judaico-cristãos enraizados na nossa sociedade que penalizam estas duas temáticas, apesar do Papa, recentemente, já ter abençoado um casal de lésbicas, numa clara demonstração de tolerância relativamente à orientação sexual.
Preconceito posto de parte, esta é uma questão de direitos humanos.

Independentemente da orientação sexual e gênero, todos tem direito a constituir família e esta norma está consagrada não só na nossa Constituição como na lei internacional. Não pode haver discriminação com base na orientação sexual.

Acrescento ainda que o que precisamos é de famílias, sejam elas de casais homossexuais e heterossexuais ou mesmo monoparentais, que amem os seus filhos e respeitem as crianças e os seus direitos. Já basta de, hipocritamente, justificar com o injustificável.

Estas são matérias polêmicas, pois ainda existe muito preconceito e valores judaico-cristãos enraizados na nossa sociedade que penalizam estas duas temáticas, apesar do Papa, recentemente, já ter abençoado um casal de lésbicas, numa clara demonstração de tolerância relativamente à orientação sexual.
Preconceito posto de parte, esta é uma questão de direitos humanos.

Independentemente da orientação sexual e gênero, todos tem direito a constituir família e esta norma está consagrada não só na nossa Constituição como na lei internacional. Não pode haver discriminação com base na orientação sexual.

Acrescento ainda que o que precisamos é de famílias, sejam elas de casais homossexuais e heterossexuais ou mesmo monoparentais, que amem os seus filhos e respeitem as crianças e os seus direitos. Já basta de, hipocritamente, justificar com o injustificável.

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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”