Família
    
Segunda, 20 Novembro 2017 14:58

Interrupção voluntária da gravidez e adoção por homossexuais

Estas são matérias polêmicas, pois ainda existe muito preconceito e valores judaico-cristãos enraizados na nossa sociedade que penalizam estas duas temáticas, apesar do Papa, recentemente, já ter abençoado um casal de lésbicas, numa clara demonstração de tolerância relativamente à orientação sexual.
Preconceito posto de parte, esta é uma questão de direitos humanos.

Independentemente da orientação sexual e gênero, todos tem direito a constituir família e esta norma está consagrada não só na nossa Constituição como na lei internacional. Não pode haver discriminação com base na orientação sexual.

Acrescento ainda que o que precisamos é de famílias, sejam elas de casais homossexuais e heterossexuais ou mesmo monoparentais, que amem os seus filhos e respeitem as crianças e os seus direitos. Já basta de, hipocritamente, justificar com o injustificável.

Homossexualidade não é sinônimo de pedofilia. Temos milhares de famílias monoparentais e famílias completamente desestruturadas. Basta olhar para as notícias e ver o flagelo das violações e violência sobre crianças por parte de heterossexuais, pais de família e membros “honrados” da nossa sociedade, tal como os números de alienação e abandono parental são significativos.

As restrições que vigoravam a propósito da interrupção voluntária da gravidez chocava igualmente com os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. O que este país realmente precisa nesta matéria é de uma política eficaz de apoio à família e às crianças. Só assim, tenho a certeza, cada vez menos mulheres irão sentir a necessidade de interromper a sua gravidez.

É certo que falamos do direito à vida do feto, daí ser uma matéria tão sensível, mas a verdade é que futuro terá aquelo feto que se irá tornar numa criança num país sem reais estruturas de apoio em que todos “chutam” para o lado as responsabilidades.

ZIKA
Parece que todos os anos o mundo é assolado por uma nova doença viral. Chegou à vez do Zika, que ameaça ser uma nova epidemia mundial. É óbvio que dentro em breve, teremos uma farmacêutica que descobrirá a vacina, ganhando milhões e salvando o mundo.

O Brasil tem sido alvo das atenções tendo em conta o crescente número de crianças com microcefalia. Igualmente muitas notícias que tem vindo a público, dão conta que problema pode não residir no vírus mas numa vacina que foi ministrada às grávidas durante a gestação.

A opinião pública está dividida com o que se anda a passar e de quem será realmente a responsabilidade deste flagelo nos bebés. Todos tem medo.
Para além de ser absolutamente necessário esclarecer a população, gostaria de tentar perceber como é que de repente aparecem doenças destas no mundo… 

P.S.- Neste dia dos namorados lembra-te que amar não é bater, agredir ou humilhar. Diz NÃO à VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.


P.S- Milhares de crianças refugiadas sozinhas, presumem-se entregues a redes de escravatura sexual e de trabalho na europa. Milhares a morrerem vítimas da guerra. Milhões a sofrerem quando simplesmente deviam brincar e ser felizes. Na Europa civilizada, todas as politicas estão a falhar em torno da defesa dos direitos humanos destes seres mais frágeis. A saga e a vergonha continua com contornos cada vez mais inacreditáveis. Temos novo holocausto à porta.

FONTE: http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/568504-interrupcao-voluntaria-da-gravidez-e-adocao-por-homossexuais

 

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”