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Sexta, 23 Fevereiro 2018 18:08

Adoção: um direito que não existe

Por: Maria Berenice Dias - Advogada
Vice-Presidente Nacional do IBDFAM
 
É possível dizer que a adoção existe em um país que sequer consegue contabilizar o número de crianças e adolescente que estão encarcerados em abrigos?  Que lá entram bebês e são despejados quando completam a maioridade, sem que ninguém tenha acesso a elas?  Em que o Cadastro Nacional da Adoção não funciona e os candidatos a adotarem aguardam cerca de uma década, sem que lhes seja dada a chance de conhecer crianças aptas à adoção?
 
Não basta o ECA ser uma das melhores leis do mundo - que o é - se, depois de quase 30 anos, se evidencia defasado em dois aspectos fundamentais. Consagra a filiação biológica como absoluta e só admite a adoção excepcionalmente, quando o próprio STJ reconhece a prevalência da filiação socioafetiva (Tese 622). Os procedimentos de destituição do poder familiar, guarda e adoção, não dispõem de regulamentação condizente com a atual legislação processual.


FONTE: GAY1 - Foto: Sarah Mariel Photography

A criança foi adotada pela mulher transexual que doou o sangue.
Rekha é uma mulher transexual da Índia que decidiu fazer uma boa ação e doar sangue para um bebê anêmico. Agradecidos pela ajuda, os pais decidiram ir até a casa da mulher para conhecer a pessoa que havia salvado a vida da filha. Mas a visita não foi como o esperado e eles se revoltaram ao descobrir que uma mulher trans havia doado o sangue. Por causa disso, os pais decidiram abandonar a criança, que acabou sendo adotada pela própria Rekha. A história foi publicada no blog “The Stories of Change”.

Sábado, 13 Janeiro 2018 20:28

Quando o preconceito vem de dentro de casa




FONTE: REVISTA FORUM - Por Isadora Otoni, publicada na Fórum Semanal
Aceitar a orientação sexual dos filhos é difícil, mas a intolerância pode deixar consequências irreversíveis
 
Túlio Ribeiro*, 14 anos, sempre foi mais próximo do pai do que de sua mãe. Por isso, contou primeiro para ele que não se identificava com o gênero feminino, e sim com o masculino. Sua mãe vivia perguntando se ele gostaria de ser um garoto, mas a resposta veio por uma carta que ela leu escondida.
 
Infelizmente, a reação foi um comportamento agressivo. Túlio só descobriu que a mãe havia descoberto sua condição por meio de sua psicóloga. Em outubro do ano passado, ele recebeu a mãe na escola e os dois acabaram brigando no corredor. Foi quando pararam de se falar.

FONTE: ONUBR
 
Pessoas de diferentes grupos sociais enfrentam em seu dia a dia situações de discriminação. São maltratadas ou estigmatizadas por serem mulheres, negras, soropositivas, gays, nordestinas, viverem com uma deficiência, entre outras características.
 
Para combater o problema, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lançou este mês a campanha #EseFosseComVocê?, em parceria com a Rede Globo. E o Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) ouviu relatos de como é viver sob a violência do preconceito.



Foto: Ana Rayysa/Esp.CB/;D.A Press

 
FONTE: EM.COM.BR NACIONAL - Por: MS Maiza Santos* AB Aline Brito*
 
A decisão de assumir a homossexualidade ainda é um processo complicado para muita gente, independentemente da idade. No entanto, admitir depois dos 50 anos, após um casamento convencional e filhos, tem um peso diferente. A preocupação passa a ser a exposição dos filhos e a manutenção de um relacionamento familiar saudável. Apesar do preconceito, que ainda é forte, um número crescente de pais e avós tem saído do armário provando que não há idade para ser feliz e revelar sua verdadeira orientação sexual.
Sábado, 13 Janeiro 2018 20:03

Como a LGBTfobia se esconde no Brasil?




Fonte: CEERT – Autor: Redação (HuffPost Brasil, com CAJ)

A população LGBT já. Na verdade, não apenas imagina, como sente na pele todos os dias a violência física e verbal e a discriminação.
 
Some a isso o despreparo policial e a falta de uma lei que trate desses tipos de agressão, e você terá um mar de casos não resolvidos, subnotificados e uma sociedade que, em boa parte, acredita que homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia não existem e, consequentemente, não precisam ser combatidas.
 
O HuffPost Brasil e o Curso Abril de Jornalismo se uniram para investigar o labirinto das denúncias de LGBTfobia no País, entender a disparidade das estatísticas existentes e, sobretudo, ouvir a voz das vítimas do ódio pelo diferente.
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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”