Notícias no mundo
    

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"Adotar" uma criança refugiada. É esta a solução que um grupo de italianos criou para responder a uma crise sem precedentes: o desembarque recorde de crianças desacompanhadas entre o vasto número de imigrantes que chegam aos portos da Sicília.

Segundo dados da organização Save the Children, só em 2015, cerca de 11.100 crianças sem pais ou familiares desembarcaram nas costas da Itália. Algumas iniciaram a travessia do mar Mediterrâneo sozinhas e outras perderam suas famílias no percurso.

Recentemente, a Acnur (agência da ONU para os refugiados) alertou que o número de crianças desacompanhadas entre os refugiados tentando alcançar a Europa não para de crescer e deve ser recorde em 2015.




Sou alemã, tenho um filho de 17 anos e um emprego de parteira num hospital. Atualmente, também trabalho duas vezes por semana num abrigo para refugiados que fica em Hofmannstrasse, em Munique. Cuido de mulheres e crianças e dou orientações sobre como obter asilo. Perguntam-me por que me envolvo com esse problema. Todos sabem o que acontece na Síria, no Iraque, na Nigéria, no Afeganistão. É uma catástrofe humanitária (em 2015, mais de 1 milhão de refugiados chegaram à Europa pelo Mar Mediterrâneo. Em 2016, até a primeira semana de fevereiro, em pleno inverno europeu, chegaram mais de 70 mil). Eu não podia simplesmente dizer “não tenho nada a ver com isso”.


Berlim – O governo alemão aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei que amplia os direitos dos homossexuais, que poderão adotar os filhos já adotados por seu companheiro ou companheira, se estiverem registrados em cartório como união estável ou casados.

A medida foi a resposta do Executivo a uma sentença do Tribunal Constitucional de 2013, na qual foi considerada discriminatória a atual regulação que permite a adoção dos filhos biológicos somente em casais heterossexuais.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:08

Regras de adoção ao redor do mundo

De maneira geral, e não coincidentemente, as nações podem ser divididas, em relação à adoção, entre o grupo das que adotam e o daquelas cuja pobreza leva ao último recurso de “exportar” as crianças órfãs, pobres e (ou) sujeitas à violência para adoção por casais de outros países. No meio, estão aquelas que, como o Brasil, têm muitas crianças aguardando por uma nova família, mas que, ao contrário das muito pobres, podem contar com milhares de casais dispostos a adotar. Há ainda casos especiais, como a China, em que a política do filho único acabou por levar ao abandono de centenas de milhares de crianças (com mínima chance de serem adotadas por casais chineses), colocadas à disposição para adoção internacional.

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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”