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Berlim – O governo alemão aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei que amplia os direitos dos homossexuais, que poderão adotar os filhos já adotados por seu companheiro ou companheira, se estiverem registrados em cartório como união estável ou casados.

A medida foi a resposta do Executivo a uma sentença do Tribunal Constitucional de 2013, na qual foi considerada discriminatória a atual regulação que permite a adoção dos filhos biológicos somente em casais heterossexuais.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:08

Regras de adoção ao redor do mundo

De maneira geral, e não coincidentemente, as nações podem ser divididas, em relação à adoção, entre o grupo das que adotam e o daquelas cuja pobreza leva ao último recurso de “exportar” as crianças órfãs, pobres e (ou) sujeitas à violência para adoção por casais de outros países. No meio, estão aquelas que, como o Brasil, têm muitas crianças aguardando por uma nova família, mas que, ao contrário das muito pobres, podem contar com milhares de casais dispostos a adotar. Há ainda casos especiais, como a China, em que a política do filho único acabou por levar ao abandono de centenas de milhares de crianças (com mínima chance de serem adotadas por casais chineses), colocadas à disposição para adoção internacional.



Hoje, às vésperas do recesso do parlamento alemão, foi aprovado um projeto de lei que legaliza o casamento homoafetivo na Alemanha. A medida contou com 393 votos a favor, 296 votos contra e 4 abstenções. A lei vai estender todos os direitos do casamento a casais homoafetivos, inclusive o de adotar filhos. Até então, na Alemanha, homossexuais contavam apenas com uniões civis para garantir alguns de seus direitos.

Depois de passar doze anos atravancando qualquer projeto de casamento homoafetivo na Alemanha, a chanceler Angela Merkel declarou na última segunda-feira (26) que havia reconsiderado suas posições com relação à questão e que os membros de seu partido, a União Democrática Cristã (CDU) poderiam votar de acordo com suas consciências, sem a obrigação de seguir as linhas do partido.




Para quem vem do Brasil e deseja adotar nos EUA, a primeira surpresa é saber que aqui não existe orfanato. Como adotar um filho se não for no orfanato? Nos Estados Unidos, há dois tipos de processo: adoção doméstica, em que se adota a criança aqui mesmo nos EUA; e adoção internacional, em que a criança está em outro país.
 

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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”