Preconceito
    

Preconceito

Sábado, 25 Novembro 2017 16:52

Quem pensa nas crianças homossexuais?





Por Guilherme Boneto - FONTE: CARTA CAMPINAS

Quando o tema em debate é a ampliação dos direitos das pessoas LGBT, os conservadores de costumes sempre argumentam que é preciso “pensar nas crianças”. Em sua desinformação ou desonestidade intelectual, acreditam ou pregam que qualquer expressão de sexualidade que não seja a heterossexual é “imoral”, e assim sendo, deve restringir-se a ambientes privados. Alguns querem, inclusive, que seja proibida pelo ordenamento jurídico. Um dos argumentos centrais para defender o indefensável: as crianças não podem conviver com isso.
Segunda, 20 Novembro 2017 16:25

Sob o mal disfarçado véu do preconceito

“O amor que nos une nos torna uma família”.

Esta frase forte norteia minha vida e tem sido a bússola que me impulsiona para seguir em frente no trabalho e na vida que me propus a realizar e viver.

Ao longo dos anos meu companheiro e eu passamos por muitos momentos difíceis, quando vivenciamos na pele o preconceito ainda tão enraizado na sociedade.

O tempo passou, nos fortalecemos em nossa união, companheirismo e como não poderia deixar de ser, chegou o momento de coroarmos nosso amor com uma família.

A necessidade de dividir nosso amor e tudo o que conquistamos de bom em nossa vida, nos trouxe a adoção para perto de nós.




André e Anna Laura são irmãos que vivem uma situação comum em muitas famílias: são filhos de um casal separado. Durante a semana, André vive com a mãe. Anna Laura mora numa outra casa, com a mãe também. É, são duas mães, duas Anas. Ana Claudia e Ana Lúcia casaram e há quase dez anos se separaram. E sabe o que os filhos aprenderam desde muito cedo nesta família? A entender e respeitar as diferenças.

André e Anna Laura acham até engraçado quando fazem a pergunta que eles mais ouvem na vida: como é ter duas mães?

“Para mim é normal. Meu irmão acha a mesma coisa. Então fica tudo bem”, diz Anna Laura.




Autor: Daniela Carasco

A invisibilidade enfrentada pelas mulheres lésbicas se acentua ainda mais quando elas se tornam mães. Muitas, além de não serem aceitas pela própria família, enfrentam diariamente olhares de julgamento e comentários carregados de preconceito. A lista é longa: “Quem é o pai?”, “Como vai explicar ao seu filho que ele tem duas mães?”, “E a referência masculina?”, são alguns que elas ouvem com frequência.

Não à toa, grupos de apoio surgiram nas redes sociais para ampará-las em um processo muitas vezes solitário. No Facebook, uma busca rápida por “maternidade lésbica” resulta em três páginas, que juntas somam 3.300 membros e milhares de posts relacionados ao assunto -- dicas de inseminação caseira, desabafos e celebração de gravidez.

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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”