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Por: Edson Sardinha

Depois de fazer declarações criticando a perseguição dentro da Igreja Católica a homossexuais, o Papa Francisco surpreendeu a militância mais uma vez. Em carta ao casal Toni Reis e David Harrad, que vive junto há três décadas, o sumo pontífice reconheceu como família a união entre o ativista brasileiro e o inglês ao parabenizá-los pelo batizado dos três filhos adotivos, de 11, 14 e 16 anos. A mensagem em nome do papa tem data de 10 de julho e foi assinada pelo secretário de Assuntos Gerais do Vaticano, o monsenhor Paolo Borgia. Mas só foi aberta pelo casal na última sexta-feira, quando a família voltou ao Brasil após viagem de férias.



Por Cristiane Marangon 

A família composta por casais homoafetivos – termo cunhado pela juíza aposentada Maria Berenice Dias – entrou oficialmente em discussão na sociedade brasileira com a promulgação da Constituição Federal, em 1988. O documento elegeu o princípio da dignidade humana como fundamento do estado democrático de direito, como explica Denise Müller Pupo, professora de direito de família da PUC-RJ. O objetivo, entre outros, foi o de promover o bem de todos sem preconceitos de origem, raça, cor, sexo, idade ou qualquer outra forma de discriminação.

Assim, ele afastou o casamento como única forma de constituição familiar e reconheceu outras configurações, a exemplo da união estável e das famílias monoparentais. Desde então, ao longo desse tempo, as uniões homoafetivas ganharam visibilidade e, aos poucos, adquiriram direitos também no plano jurídico. Inicialmente, previdenciários e trabalhistas e, mais recentemente, familiares, sucessórios e fiscais.




Grupo Mães pela Diversidade foi criado em SP e une mães de todo o Brasil. Pais também são bem-vindos. Eles juntam forças para combater a homofobia.

Mães que vão à luta em defesa dos filhos. São as Mães pela Diversidade, um grupo criado em São Paulo e que hoje une mães de todo o Brasil. Os pais também são bem-vindos. Eles trocam experiências em reuniões, se acolhem, juntam forças para combater a homofobia.

Segunda, 20 Novembro 2017 14:53

Entrevista com Claus-Peter O. Willi

A qual Casa Espírita está vinculado e que colaboração presta na Casa?

Neste momento estou mais vinculado ao Grupo de Apoio Joanna de Ângelis onde atuo como palestrante / passista. Na realidade profiro palestras em várias Casas além de colaborar com Cursos e Oficinas mantidas pelas mesmas.

 Como iniciou seu trabalho como palestrante e há quanto tempo?

Não sei exatamente quando começou, mas creio que fazem 13 anos. Foi na Associação Espírita Cabaninha de Antonio de Aquino.

Segunda, 20 Novembro 2017 14:53

Entrevista com Wesley Marlon Eto Willi

A adoção por casais homoafetivos atualmente tem sido vista com certo preconceito pela sociedade e a adoção tardia é pouco procurada pelos pretendentes à adoção.
Nesta entrevista conheceremos um pouco da história de Wesley Marlon Eto Willi que foi adotado com 11 anos por um casal homoafetivo. Hoje, com 16 anos, Wesley é voluntário do Instituto Chico Xavier e leva uma vida normal e feliz como qualquer adolescente que teve a oportunidade de ter uma família.

“Todas as noites elas vão dormir pensando quando vai ser a vez delas de ganhar uma família e muitas vezes essa crianças vão dormir chorando e pensando que não merecem uma família e que não merecem amor...”




André e Anna Laura são irmãos que vivem uma situação comum em muitas famílias: são filhos de um casal separado. Durante a semana, André vive com a mãe. Anna Laura mora numa outra casa, com a mãe também. É, são duas mães, duas Anas. Ana Claudia e Ana Lúcia casaram e há quase dez anos se separaram. E sabe o que os filhos aprenderam desde muito cedo nesta família? A entender e respeitar as diferenças.

André e Anna Laura acham até engraçado quando fazem a pergunta que eles mais ouvem na vida: como é ter duas mães?

“Para mim é normal. Meu irmão acha a mesma coisa. Então fica tudo bem”, diz Anna Laura.

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”