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Segunda, 20 Novembro 2017 14:58

Os meus, os seus, os nossos

Novas configurações de família chamam atenção para necessidade de mudanças nas leis brasileiras

Jane ama Lívia, que tem dois filhos de dois relacionamentos diferentes. Uma família de quatro pessoas. Rogério ama Weykman, que compartilhava com ele a vontade de ser pai. Hoje são uma família de seis pessoas. Cristina já estava com a vida toda encaminhada, solteira e mãe de um rapaz já crescido. Depois de adotar um menino, forma uma família de três pessoas. Carolina e Flávia se conhecem há muitos anos, e há 10 estão em um relacionamento sério que trouxe na bagagem dois filhos de outros relacionamentos. Mais uma família de quatro integrantes.

Para o Estatuto da Família, apenas Cristina e seus dois filhos fazem parte de formação familiar.

Estas são matérias polêmicas, pois ainda existe muito preconceito e valores judaico-cristãos enraizados na nossa sociedade que penalizam estas duas temáticas, apesar do Papa, recentemente, já ter abençoado um casal de lésbicas, numa clara demonstração de tolerância relativamente à orientação sexual.
Preconceito posto de parte, esta é uma questão de direitos humanos.

Independentemente da orientação sexual e gênero, todos tem direito a constituir família e esta norma está consagrada não só na nossa Constituição como na lei internacional. Não pode haver discriminação com base na orientação sexual.

Acrescento ainda que o que precisamos é de famílias, sejam elas de casais homossexuais e heterossexuais ou mesmo monoparentais, que amem os seus filhos e respeitem as crianças e os seus direitos. Já basta de, hipocritamente, justificar com o injustificável.

Estas são matérias polêmicas, pois ainda existe muito preconceito e valores judaico-cristãos enraizados na nossa sociedade que penalizam estas duas temáticas, apesar do Papa, recentemente, já ter abençoado um casal de lésbicas, numa clara demonstração de tolerância relativamente à orientação sexual.
Preconceito posto de parte, esta é uma questão de direitos humanos.

Independentemente da orientação sexual e gênero, todos tem direito a constituir família e esta norma está consagrada não só na nossa Constituição como na lei internacional. Não pode haver discriminação com base na orientação sexual.

Acrescento ainda que o que precisamos é de famílias, sejam elas de casais homossexuais e heterossexuais ou mesmo monoparentais, que amem os seus filhos e respeitem as crianças e os seus direitos. Já basta de, hipocritamente, justificar com o injustificável.

A Justiça de Roma reconheceu a adoção de duas crianças, de quatro e oito anos, por um casal de lésbicas no regime de adoção cruzada, quando um parceiro adota o filho do outro. De acordo com representantes das ONG's "Famiglie Arcobaleno" ("Família Arco-íris") e Rete Lenford, que lutam pelos direitos homossexuais no país, trata-se da primeira decisão do tipo na Itália.

Segunda, 20 Novembro 2017 14:57

Adoção por casais homeafetivos

Impossível fechar os olhos para as alterações e evoluções da sociedade, visto que essas são características da própria raça humana, desde os primórdios, em que passamos de “homens das cavernas” para o homem moderno da atualidade, porém hoje, em meio a tanta evolução, as pessoas ainda apresentam “apego” às antigas definições.

Não se aplica mais o uso do termo diferente, pois não temos mais definições concretas do que é ser “igual” ou “normal” perante o cotidiano e a sociedade, como exemplo, verificamos acerca das famílias da antiguidade e da atualidade. Antigamente o único conceito do gênero aceito, eram as famílias formadas por um homem e uma mulher; casados civilmente e perante á Deus, e seus filhos havidos dentro dessa união.

Recentemente aconteceu a 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, o evento reuniu cerca de 3 milhões de pessoas que lutam pela igualdade e pelos direitos de homossexuais, transgêneros, bissexuais e travestis. Em 2011, o Brasil passou a reconhecer a união estável entre casais homoafetivos com os mesmos direitos conferidos às uniões estáveis entre homem e mulher. A luta agora é para que a partir dessa união uma família possa ser formada e casais homossexuais possam ter direito à adoção.

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”