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Segunda, 20 Novembro 2017 16:18

Seriedade que falta é dor que sobra

Fico estarrecido – para dizer o mínimo e não ser deselegante -  com a falta de consciência de uns tantos que ainda não acordaram para a complexidade do universo de crianças abrigadas.

Parto do pressuposto – ainda sou um ser crente no lado bom da natureza humana - que esta retirada da família biológica e consequente decisão de colocação em instituição pública ou privada de acolhimento o seja sempre pelo melhor interesse da criança e adolescente. Pelo menos é o que prevê a Lei.

Seguindo esta premissa – ainda contando com o discernimento, preparo profissional e emocional de todos os envolvidos nesta questão – conclui-se que o desenvolvimento integral deste acolhido seja o melhor possível dentro das condições que - se não são ideais - sejam as que mais se aproximem de algo próximo de um lar. Claro que nada substitui o amor individualizado, se bem que coloco também esta assertiva em questionamento quando vejo um sem número de famílias com prole numerosa a qual é atendida com todo amor e carinho dentro de algumas limitações naturais.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:18

A FÉ que habita em mim

Eu estava ouvindo uma palestra de um pai que se tornou escritor de um best-seller que trata da maravilha que é ser pai. Uma palestra realmente emocionante e que me deu vontade de abraçar este homem. Havia tanta inspiração em suas palavras e a plateia estava totalmente envolvida por ele.

Não sei qual a razão, mas imediatamente pensei em DEUS. Talvez porque tanta inspiração, tantos sentimentos bons que estavam sendo transmitidos naquela palestra trazia o que há de melhor no ser humano e – na minha concepção – esta é a tradução daquela famosa centelha DIVINA que aprendi sermos todos portadores. Tenho certeza de que uns tantos ao lerem estas linhas vão torcer o nariz. Não importa. Sei que outros tantos entenderão exatamente o que estou sentindo.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:18

Somos seres humanos, não rótulos

 

Dia destes recebi uma mensagem que, após a primeira surpresa quanto ao seu teor, me deixou bastante pensativo.

Em linhas gerais a pessoa – que nunca havia feito contato direto comigo além das tradicionais opções de “curtir”, ”comentar” e “ compartilhar” – me dizia que gostaria de manter amizade comigo, especialmente por sermos gays, mas que não dava conta (sic) de minhas postagens defendendo a direita golpista e atacando a nossa presidenta (dele), dessa forma contribuindo para essa farça (sic) e reforçando a misoginia. É ou não um prato cheio a se pensar?

Claro que quando participamos destas mídias sociais e nos posiocionamos estamos dando a abertura para comentários, sugestões, críticas,etc. e é assim que acontece mesmo.

De há muito tempo deixei de lado a questão da importância que dei durante muito tempo – lamento muito por isto – à questão de agradar ou desagradar naquela busca que todos – em maior ou menor grau – fazemos.

Não se trata de não considerar o outro e o que ele tem a dizer, mas sim de se conhecer melhor e desta forma se aceitar a si mesmo e encontrar o auto-amor. Esta é uma outra história.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:17

O mundo é maior do que nossa vista alcança

Hoje acordei e li um post de um primo que mora em Dresden – Alemanha comentando com outros amigos sobre os horrores que estão acontecendo por lá quanto aos refugiados vindos da Síria. Fiquei pensativo! As palavras que li me impressionaram muito.

Como todas as manhãs de sábado sai com meus filhos para um passeio matinal e, mesmo tendo nos ouvidos as histórias, comentários e assuntos dos dois, não pude deixar de pensar em tanto sofrimento acontecendo a milhares de quilômetros do outro lado do oceano. Resolvi que deveríamos ter uma conversa familiar à respeito.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:16

Adoção e reencontro

Bom, prazer a todos que estarão lendo a minha matéria e saberão um pouco da minha vida!
Meu nome é Camila Rovani Cavedem, filha de Tadeu Artur Cavedem e Marilene Aparecida Rovani Cavedem!

Nascida no dia 03 de dezembro 1990, na pequena cidade de Porto União – SC
E, filha adotiva!

Fui adotada com 7 dias de vida... Meus pais adotivos, são da cidade de Itu- SP.
Estavam na fila da adoção há muitos anos, querendo uma menininha e até que chegou a hora!
Desceram pro Sul, e se apaixonaram... amor a primeira vista! Fui com eles...
E a vida seguiu...

Segunda, 20 Novembro 2017 16:16

Vou fazer 18 anos. E aí?

À medida que a criança e o adolescente em um abrigo vão ficando mais velhos,menor a chance de serem adotados. Dos aproximadamente 28.000 interessados em adotar no Brasil, apenas 3% do total querem crianças e adolescentes de 8 a 17 anos de idade.

É o que mostra levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre o Cadastro Nacional de Adoção (CNA).

A maioria dos pretendentes quer crianças com até 2 anos de idade. Das crianças e adolescentes disponíveis para adoção a grande maioria - 64% - estão na faixa de 12 à 17 anos de idade.

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”