Direitos
    
Relator do caso considerou "discriminatório e desarrazoado" o recurso do Ministério Público
A 3ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina rejeitou um recurso do Ministério Público contra a habilitação de um casal homoafetivo para adoção. A promotoria defendia complementação do estudo psicossocial dos futuros pais, moradores de Jaraguá do Sul.
O promotor fundamentou seu pedido no fato de um dos adotantes ter se submetido a tratamento psicoterápico e defendeu estudo aprofundado para descobrir a “gênese” da homossexualidade e os “papéis” de cada um na relação.
FONTE: Agência Senado - Roque de Sá/Agência Senado
Ângela Portela e Paulo Paim ao lado de Marta Suplicy, relatora do projeto que inclui mulheres transgêneras entre as que serão protegidas pela Lei Maria da Penha Roque de Sá/Agência Senado Ângela Portela e Paulo Paim ao lado de Marta Suplicy, relatora do projeto que inclui mulheres transgêneras entre as que serão protegidas pela Lei Maria da Penha
Mulheres transgêneras e transexuais podem passar a ser protegidas pela Lei Maria da Penha. Projeto com essa finalidade foi aprovado na quarta-feira (21) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
O texto garante às pessoas que se identificam como integrantes do gênero feminino a proteção da lei, principalmente por causa do alto número de agressões contra essa parcela da população.
Agora é regra: O Conselho Nacional de Justiça muda as normas da Certidão de Nascimento, permitindo o reconhecimento voluntário da paternidade socioafetiva e, do registro de filhos por casais homoafetivos sem necessidade de ação judicial.
 
Filiação sócioafetiva é aquela construída pelos laços da convivência, respeito mútuo e amor. Nobre e digna de reconhecimento, há bem pouco tempo, os pais sócioafetivos precisavam recorrer ao Poder Judiciário através de um processo de ADOÇÃO, para que judicialmente seus filhos fossem reconhecidos como seus descendentes, tendo todos os direitos advindos dessa linda relação.



FONTE: G1

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (1º) que travestis e transexuais podem entrar nas cotas de acordo com seu gênero nas eleições.

Pessoas trans também poderão usar o nome social para se identificar nas urnas. O tribunal respondeu a uma consulta feita pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN).

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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”