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FONTE: HUFFPOST - Por: Romulo Rodrigues de Carvalho

Giowana Cambrone é uma mulher encantadora e com uma incrível história a compartilhar.

Transexual, ativista dos movimentos LGBT, advogada, professora de Direito de Família e mestranda em Políticas Públicas e Formação Humana pela UERJ, Giowana participou da coordenação do elo estadual da Rede Sustentabilidade do Rio de Janeiro e foi peça-chave na preparação do programa de governo da aliança PSB-Rede.

Em entrevista ao blog, ela nos contou um pouco sobre sua experiência pessoal, a sociedade hetero-cis-normativa e esclareceu posições da Rede em relação a minorias sexuais.

Giowana também explicou o que de fato ocorreu no polêmico episódio da edição do programa de governo de Marina Silva nas eleições de 2014.



FONTE: SENADO NOTÍCIAS - Por: Marcos Oliveira/Agência Senado
Guarda de criança em adoção poderá ter validade até a sentença da ação
A guarda provisória no processo de adoção terá validade até a data da sentença que julga a ação, a menos que haja revogação ou modificação da medida por ato judicial fundamentado. É o que determina projeto de lei aprovado nesta quarta-feira (2) pela Comissão de Direitos Humanos (CDH).
Atualmente, a guarda provisória nos processos de adoção pode ser deferida por tempo determinado, que é definido pelo magistrado, após o qual o termo de guarda perde a sua validade. Ajudar a reduzir a espera tanto das crianças quanto dos pretendentes à adoção é um dos objetivos do PLS 371/2016, apresentado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG). O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/1990).
Domingo, 08 Abril 2018 15:55

Série “Um olhar sobre a adoção”

FONTE:  IBDFAM

Projeto Crianças Invisíveis: Por um olhar de todos nós!

“A prevalência hoje é da filiação socioafetiva”. A frase da vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM, Maria Berenice Dias, expressa o posicionamento da entidade no tocante à adoção. Hoje, o Brasil tem mais de 47 mil crianças e adolescentes* esquecidos em instituições de acolhimento. Pior: totalmente invisíveis intramuros. Deste número, 7.985** constam do Cadastro Nacional de Adoção, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça – CNJ. E aptos à adoção são 4.769 crianças e adolescentes. Em contrapartida, segundo o mesmo órgão, existem um total de 41.035*** pretendentes cadastrados, sendo que disponíveis 38.495. Uma conta que não fecha.

FONTE: VEJA
Aplicativo foi criado pela Kick It Out, organização que defende o fim do preconceito contra LGBTs no futebol, e recebeu apoio dos atletas e clubes do país
A Kick It Out, organização que combate o racismo e o preconceito contra grupos LGBT no futebol, lançou nesta quarta-feira, com apoio dos atletas e clubes do Campeonato Inglês, um aplicativo de denúncia contra a homofobia e transfobia nos estádios.
FONTE: AGÊNCIA BRASIL - Karine Melo - Repórter da Agência Brasil
A partir desta segunda-feira (26), deve começar a tramitar no Senado a proposta que cria o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero. O texto, proposto pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), recebeu parecer favorável da senadora Marta Suplicy (MDB-SP) na Comissão de Direitos Humanos da Casa, na última quarta-feira (21). Com isso, assim que for lido no plenário do Senado, ganhará um número e passará tramitar como projeto de lei.
A minuta do texto, elaborada em 2011, foi entregue ao Senado no ano passado, com o apoio da Aliança Nacional LGBTI [lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais] e de 100 mil assinaturas. Os fundamentos são os princípios da dignidade da pessoa humana, da igualdade, da liberdade e da não-discriminação, presentes na Constituição federal e na base do sistema político e jurídico brasileiro.
FONTE: CONJUR - Por João Ozorio de Melo
Duas ações judiciais movidas contra o Departamento de Estado dos EUA nesta semana alegam que o governo americano ainda não respeita inteiramente a decisão da Suprema Corte do país, de junho de 2015, que legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo com base no princípio constitucional da igualdade de direitos.
Os dois casos são semelhantes. Cada um deles se refere a um casal formado por um cidadão americano e um estrangeiro, com dois filhos. Para conceder cidadania às crianças, o Departamento de Estado exigiu exame de DNA dos pais, para comprovar que cada uma das crianças tinha “sangue americano”.
FONTE: EXAME
Rached Ghannouchi diz que não há razões para interferências nos desejos e nos comportamentos das pessoas porque elas são livres
O chefe do partido islamita da Tunísia, Rached Ghannouchi (Fethi Belaid/AFP)
O líder do partido islâmico tunisiano “Movimento Ennahda”, Rached Ghannouchi, afirmou que a “a homossexualidade é algo natural” e defendeu “que não há razões para
interferir nos desejos e nos comportamentos das pessoas, já que cada um é livre para fazer suas eleições e convicções”.
FONTE: EXAME - Por Júlia Lewgoy
O Unicorns Brazil reúne cerca de 150 pessoas para praticar futebol, corrida e treino funcional no Parque Ibirabuera

Há três anos, o Unicorns Brazil se formou com amigos gays que se reuniam para jogar bola. “Faltava um espaço onde eu me sentisse bem e não precisasse esconder quem eu era dentro de campo”, conta o advogado Filipe Marquezin, cofundador do Unicorns.

Desafiar a homofobia não era um objetivo claro, mas se tornou natural. “Heterossexuais são bem-vindos, mas esse é o nosso espaço. Estamos em um momento de mudança e, enquanto não pudermos ser quem somos em todos os lugares, é hora de marcar território”, diz o diretor de arte Bruno Host, cofundador do Unicorns.
FONTE: DW  - Marvia Malik, apresentadora de TV transgênero do Paquistão
Marvia Malik é a primeira transgênero a trabalhar como âncora de telejornal no Paquistão. Em entrevista, ela defende mais direitos para comunidade trans e maior apoio de familiares.
Rejeitada pela própria família quando ainda estava na escola, a paquistanesa Marvia Malik, de 21 anos, estudou jornalismo, financiando seus estudos trabalhando como modelo. Ela foi escolhida pela TV Kohenoor como a primeira apresentadora de telejornal trans do Paquistão.
FONTE: DW
Após decisão unânime dos ministros do Supremo, transgêneros e transexuais poderão agora alterar nome e gênero em cartório sem precisar de autorização judicial.
"Medida marca mais um passo na igualdade", diz Cármen Lúcia.
O Supremo Tribunal Federal não definiu a partir de quando a alteração estará disponível nos cartórios
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Random 1

Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”