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FONTE: OBSERVATÓRIO G

Canadá e Nova Zelândia foram os países considerados como os melhores locais no mundo para que um casal gay possa passar a lua-de-mel.

A constatação faz parte do ranking divulgado pelo site The Latin America Travel Company que analisou 31 países. Os lugares que figuraram no topo têm 29 pontos cada um.

FONTE: OBSERVATÓRIO G 

Após se tornar o primeiro país do mundo a proibir o casamento homoafetivo depois de torná-lo legal, Bermudas voltou atrás novamente. A Suprema Corte decidiu liberar definitivamente a união entre pessoas do mesmo sexo.

A nova legislação acontece depois de muita discussão a respeito do passo para trás dado em fevereiro de 2017. A novidade foi recebida com festa pela comunidade LGBT local, que comemorou a vitória nas redes sociais.

FONTE: OBSERVATÓRIO G

Em decisão inédita, a justiça francesa indeferiu nesta quarta-feira (14) o pedido de uma mãe transgênero de ter o seu nome na certidão de nascimento. Com informações são da agência RFI.

Por ela ter gerado o bebê com os espermatozoides, foi atribuído o papel de pai no registro oficial da criança. Apesar dela ter o seu nome e gênero feminino reconhecido nos documentos oficiais.


FONTE: PC

No Dia Mundial da Adoção o casal mostra que os filhos podem ser gerados só no coração

Quanto amor pelos filhos o coração de um pai e de uma mãe é capaz de suportar? Quantos filhos um casal é capaz de amar ao mesmo tempo? No caso da Daniela Camporezi Kohatsu e do Douglas Kohatsu, o coração deles é ocupado por 5 lindas crianças. Filhos, que nasceram no coração do casal. A história começa com o Daniel, o primogênito da família, quando ele tinha 9 anos. Daniel foi o primeiro filho a ser adotado pelo casal lá em 2014.



FONTE: RONDONIA VIVO 

Sem condições econômicas e, principalmente, psicológicas de cuidar da filha, os pais abriram mão.

Elizabete viveu uma tragédia. Ainda bebê, caiu da cama nas águas da grande enchente de 2014, em Porto Velho. Teve lesões na cabeça pela queda e pela perda de oxigênio em decorrência do afogamento. Ficou meses no hospital. Os médicos lutaram muito, mas tinham consciência de que o quadro era muito grave, de difícil recuperação.

Mas como a história da menina, que nasceu em Humaitá e filha de mãe dependente química, é permeada pelo improvável, Elisabete sobreviveu. As sequelas do acidente foram determinantes para os próximos capítulos de sua história.


FONTE|: CIDADE VERDE

Tramita no Senado Federal um projeto de lei que garante o pagamento do salário-maternidade diretamente pelo empregador em caso de adoção. De autoria do senador Telmário Mota (PTB-RR), o projeto foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos na semana passada.

Atualmente, o salário-maternidade é direito das mães que trabalham. É pago pelo INSS em caso de nascimento de filhos, adoção ou aborto espontâneo. Mães de bebês natimortos também têm direito ao auxílio.




FONTE: OBSERVATÓRIO G

Após ser rejeitado por três famílias, Enzo, de 08 anos, finalmente foi adotado por um casal gay de Goiás. O lar definitivo veio após ele passar anos em um abrigo de crianças abandonadas.

O juiz Felipe Soares, da Vara de Família, Sucessões, Infância e Juventude e 1ª Cível da comarca, julgou procedente o pedido de adoção. A guarda de Enzo, então agora, é de Kairon Patrick Oliveira da Silva e Sílvio Romero Bernardes Fagundes. A decisão foi proferida pelo fórum de Águas Lindas de Goiás.


FONTE: REVISTA CRESCER

Menina, bebê e branca? Cada vez mais, esse não é o filho tão desejado. Nos últimos anos, tem crescido o número de pais que preferem crianças com mais de 3 anos, de qualquer sexo ou cor. Pura compaixão? Não necessariamente. Os novos perfis e configurações familiares explicam em parte esse movimento. A mudança ainda é tímida, mas uma esperança para os mais de 6 mil meninos e meninas no cadastro de adoção, sendo 5.719 maiores de 3 anos




FONTE: BEBE 

Especialistas explicam como funciona esse tipo de adoção e dão dicas de como encarar e lidar com a situação.

Embora não seja um conceito formal, considera-se tardia a adoção de crianças que já tenham uma percepção maior de si, do outro e do mundo. O critério é vago, mas a estimativa é a partir dos 3 anos de idade. No entanto, para a psicóloga Marcia Porto Ferreira, coordenadora do Grupo Acesso do Instituto Sedes Sapientiae, esse termo deve ser utilizado com cautela: “Esse é um nome que já reafirma um padrão de família tradicional: um pai, uma mãe e um bebê” atenta ela. “Essa família não é mais a norma, mas, mesmo assim, você continua com uma fila enorme de candidatos que só querem bebês. Enquanto isso, outras crianças vão sendo deixadas de lado.”


FONTE: OBSERVATÓRIO G

Em decisão inédita, a justiça francesa indeferiu nesta quarta-feira (14) o pedido de uma mãe transgênero de ter o seu nome na certidão de nascimento. Com informações são da agência RFI.
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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”