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Relator do caso considerou "discriminatório e desarrazoado" o recurso do Ministério Público
A 3ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina rejeitou um recurso do Ministério Público contra a habilitação de um casal homoafetivo para adoção. A promotoria defendia complementação do estudo psicossocial dos futuros pais, moradores de Jaraguá do Sul.
O promotor fundamentou seu pedido no fato de um dos adotantes ter se submetido a tratamento psicoterápico e defendeu estudo aprofundado para descobrir a “gênese” da homossexualidade e os “papéis” de cada um na relação.
FONTE: Agência Senado - Roque de Sá/Agência Senado
Ângela Portela e Paulo Paim ao lado de Marta Suplicy, relatora do projeto que inclui mulheres transgêneras entre as que serão protegidas pela Lei Maria da Penha Roque de Sá/Agência Senado Ângela Portela e Paulo Paim ao lado de Marta Suplicy, relatora do projeto que inclui mulheres transgêneras entre as que serão protegidas pela Lei Maria da Penha
Mulheres transgêneras e transexuais podem passar a ser protegidas pela Lei Maria da Penha. Projeto com essa finalidade foi aprovado na quarta-feira (21) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
O texto garante às pessoas que se identificam como integrantes do gênero feminino a proteção da lei, principalmente por causa do alto número de agressões contra essa parcela da população.
Segunda, 20 Novembro 2017 14:57

Gays podem adotar no Brasil?

Recentemente, a mídia divulgou que o Parlamento português aprovou uma lei que autoriza a adoção de crianças por casais gays e a notícia logo foi comemorada por diversos setores da sociedade. O assunto também está em pauta no Brasil, especialmente após a divulgação do projeto de lei do Estatuto da Família, que tem por objetivo definir a entidade familiar como aquela composta entre um homem e uma mulher.

Por outro lado, levantam-se bandeiras para que haja uma regulação legislativa a esse respeito, onde uma lei específica autorize a adoção por casais do mesmo sexo aqui no Brasil.

Mas afinal, na atual situação jurídica do nosso país, os gays podem adotar ou não? É necessário a criação de uma lei a esse respeito?

Terça, 14 Novembro 2017 16:49

Direitos na união homoafetiva


Fotos: Shutterstock | Adaptação web Caroline Svitras

A união estável entre homossexuais foi garantida em lei em 2013. Mas já o reconhecimento pela Justiça já vem há mais tempo. Mesmo assim, o assunto ainda provoca muitas dúvidas na sociedade. Para esclarecer essas dúvidas, os advogados Felipe Godinho da Silva Ragusa e Daniella de Almeida e Silva, sócios do Amaral de Andrade Advogados Associados, escritório fundado em 1992 na capital paulista especialista em Direito de Família e Direito Homoafetivo, respondem as questões a seguir.

Para que os casais tenham os seus direitos garantidos ainda é necessário recorrer à Justiça?

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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”