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FONTE: ONUBR

Em pronunciamento em Nova Iorque para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado no próximo 25 de novembro, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, defendeu a igualdade de gênero e o empoderamento feminino como soluções para as violações dos direitos das mulheres.

“Em todo o mundo, mais de uma a cada três mulheres enfrentará violência ao longo de suas vidas; 750 milhões de mulheres se casaram antes de completar 18 anos e mais de 250 milhões foram submetidas à mutilação genital feminina”, lembrou o dirigente máximo do organismo internacional.




Por: Jorge Hessen

O homem moderno é modelado dentro de uma cultura racista, patriarcal, misógina e homofóbica. O Evangelho é um convite perene à prática da fraternidade, do amor, da não-violência, especialmente diante dos dessemelhantes que compõem o universo minoritário de uma sociedade densamente machista. Não obstante seja avesso à ideia de grupos de “minorias” ou “maiorias” sociais, reconheço que os termos já estão consagrados pelo uso e ademais é inaceitável qualquer tipo de discriminação perante os “desiguais”.

A hercúlea luta contra o preconceito e a homofobia possui aspectos sádicos. Diversas vezes essa luta descomunal principia onde o ser humano deveria se sentir mais acolhido e resguardado: ou seja, o grupo familiar. Atualmente, nos EUA, por exemplo, há uma nova classe de moradores de rua (isso mesmo! Moradores de rua) que está crescendo em deplorável rapidez, formada por adolescentes homossexuais expulsos da família. Segundo cálculo do Centro de Progresso Americano, mais de 300 mil jovens tiveram de recorrer a abrigos públicos após serem mandados embora de casa (banidos) pelos próprios pais em face da sua orientação sexual.



FONTE: HYPENESS

A postura do Estado Islâmico contra os homossexuais é extramente excludente. Na Síria, homens gays são atirados do alto de edifícios para morrer ou mesmo torturados. Essa era a realidade ao redor do artista sírio gay Alqumit Alhamad quando ele decidiu deixar o país.

Após ter visto diversos amigos serem vítimas do Estado Islâmico, Alqumit temia por sua vida. Foi quando fugiu de Raqqa, no norte da Síria, em 2012, após um grupo de extremistas transformarem a cidade em sua sede. De lá, o artista foi para a cidade de Aleppo para terminar a universidade. Mas, após alguns mísseis serem atirados no campus, foi a vez de fugir novamente, desta vez com destino à Europa.


Por: Do G1

Entre 5,3% e 8,9% do total da população em situação de rua em São Paulo pertencem à comunidade LGBT, como apontou o censo divulgado pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) da Prefeitura. Coordenadora do Observatório de Políticas Sociais (Cops), da SMADS, Carolina Teixeira Nakagawa Lanfranchi explica que é a primeira vez que o levantamento inclui essa informação.

O censo já havia sido divulgado em março de 2015, mas, na quarta-feira (20), a Prefeitura publicou o perfil socioeconômico da população de rua no Diário Oficial. De acordo com os dados, a cidade tem 15.905 pessoas na rua, sendo 8.570 nos centros de acolhimento e 7.335 em vias e espaços públicos





FONTE: JD1NOTÍCIAS

O presidente Michel Temer sancionou com vetos a lei que cria novas regras para acelerar adoções no Brasil. O texto foi publicado na edição desta quinta-feira (23) do Diário Oficial da União.

Entre os quatro trechos da lei que foram vetados pelo presidente está o que determinava que “recém-nascidos e crianças acolhidas não procuradas por suas famílias no prazo de 30 dias” seriam cadastrados para adoção. A justificativa para o veto foi de que o prazo estipulado nesse trecho é “exíguo” e cita que mães que tiverem , por exemplo, depressão pós-parto e ficarem longe do filho podem reivindicar a guarda da criança após um mês.

Sábado, 25 Novembro 2017 17:02

Amor que não se mede

Sábado, 25 Novembro 2017 16:52

Quem pensa nas crianças homossexuais?





Por Guilherme Boneto - FONTE: CARTA CAMPINAS

Quando o tema em debate é a ampliação dos direitos das pessoas LGBT, os conservadores de costumes sempre argumentam que é preciso “pensar nas crianças”. Em sua desinformação ou desonestidade intelectual, acreditam ou pregam que qualquer expressão de sexualidade que não seja a heterossexual é “imoral”, e assim sendo, deve restringir-se a ambientes privados. Alguns querem, inclusive, que seja proibida pelo ordenamento jurídico. Um dos argumentos centrais para defender o indefensável: as crianças não podem conviver com isso.



Por: Hellen Leite - FONTE: CORREIO BRAZILIENSE

Há mães e mães. Existem aquelas que não dão a luz, mas geram sua prole no coração, como geralmente explicam aos filhos adotivos de onde eles vieram. E há aquelas que, ao descobrir a gravidez, descartam o aborto e optam por continuar a gestação, porém já decididas: vão doar a criança assim que ela nascer. No Distrito Federal, só nos três primeiros meses deste ano, seis mulheres já procuraram as autoridades e manifestaram interesse em entregar seus filhos a famílias adotivas. Na capital federal e nas cidades do DF, a adoção legal é um trabalho feito pelo programa Entrega em Adoção, coordenado pela Vara da Infância e Juventude (VIJ) em parcerias com redes de proteção à criança e ao adolescente.

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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”