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Sábado, 13 Janeiro 2018 20:28

Quando o preconceito vem de dentro de casa




FONTE: REVISTA FORUM - Por Isadora Otoni, publicada na Fórum Semanal
Aceitar a orientação sexual dos filhos é difícil, mas a intolerância pode deixar consequências irreversíveis
 
Túlio Ribeiro*, 14 anos, sempre foi mais próximo do pai do que de sua mãe. Por isso, contou primeiro para ele que não se identificava com o gênero feminino, e sim com o masculino. Sua mãe vivia perguntando se ele gostaria de ser um garoto, mas a resposta veio por uma carta que ela leu escondida.
 
Infelizmente, a reação foi um comportamento agressivo. Túlio só descobriu que a mãe havia descoberto sua condição por meio de sua psicóloga. Em outubro do ano passado, ele recebeu a mãe na escola e os dois acabaram brigando no corredor. Foi quando pararam de se falar.

FONTE: ONUBR
 
Pessoas de diferentes grupos sociais enfrentam em seu dia a dia situações de discriminação. São maltratadas ou estigmatizadas por serem mulheres, negras, soropositivas, gays, nordestinas, viverem com uma deficiência, entre outras características.
 
Para combater o problema, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lançou este mês a campanha #EseFosseComVocê?, em parceria com a Rede Globo. E o Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) ouviu relatos de como é viver sob a violência do preconceito.



Foto: Ana Rayysa/Esp.CB/;D.A Press

 
FONTE: EM.COM.BR NACIONAL - Por: MS Maiza Santos* AB Aline Brito*
 
A decisão de assumir a homossexualidade ainda é um processo complicado para muita gente, independentemente da idade. No entanto, admitir depois dos 50 anos, após um casamento convencional e filhos, tem um peso diferente. A preocupação passa a ser a exposição dos filhos e a manutenção de um relacionamento familiar saudável. Apesar do preconceito, que ainda é forte, um número crescente de pais e avós tem saído do armário provando que não há idade para ser feliz e revelar sua verdadeira orientação sexual.
Sábado, 13 Janeiro 2018 20:03

Como a LGBTfobia se esconde no Brasil?




Fonte: CEERT – Autor: Redação (HuffPost Brasil, com CAJ)

A população LGBT já. Na verdade, não apenas imagina, como sente na pele todos os dias a violência física e verbal e a discriminação.
 
Some a isso o despreparo policial e a falta de uma lei que trate desses tipos de agressão, e você terá um mar de casos não resolvidos, subnotificados e uma sociedade que, em boa parte, acredita que homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia não existem e, consequentemente, não precisam ser combatidas.
 
O HuffPost Brasil e o Curso Abril de Jornalismo se uniram para investigar o labirinto das denúncias de LGBTfobia no País, entender a disparidade das estatísticas existentes e, sobretudo, ouvir a voz das vítimas do ódio pelo diferente.

FONTE: GELEDES –Por Carolina Prado e Gabriela Guimarães Do Uol

 
Experiências passadas ruins e medo de sofrer com o preconceito de colegas e chefes faz com que muitos profissionais não revelem a orientação sexual na empresa onde trabalham. A seguir, cinco pessoas descrevem como é ficar dentro do armário no ambiente corporativo em pleno século 21.
 
“Meu diretor é a favor da cura gay”
Sábado, 13 Janeiro 2018 19:51

Criança institucionalizada

Por: Shirley Machado
 
Já ouviu falar? Não? Como tudo na vida tem um outro lado, que também precisa ser conhecido, vamos continuar refletindo a respeito.
 
Você sabia que, quando uma criança é encaminhada a uma casa de acolhimento, ela perde TUDO? Perde a única referência de família e afeto que teve na vida. Certa ou errada, aquela família era só o que a criança tinha. Boa ou má, não havia outra. E isso se perde, de uma hora para outra.


FONTE: ONUBR

Em pronunciamento em Nova Iorque para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado no próximo 25 de novembro, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, defendeu a igualdade de gênero e o empoderamento feminino como soluções para as violações dos direitos das mulheres.

“Em todo o mundo, mais de uma a cada três mulheres enfrentará violência ao longo de suas vidas; 750 milhões de mulheres se casaram antes de completar 18 anos e mais de 250 milhões foram submetidas à mutilação genital feminina”, lembrou o dirigente máximo do organismo internacional.




Por: Jorge Hessen

O homem moderno é modelado dentro de uma cultura racista, patriarcal, misógina e homofóbica. O Evangelho é um convite perene à prática da fraternidade, do amor, da não-violência, especialmente diante dos dessemelhantes que compõem o universo minoritário de uma sociedade densamente machista. Não obstante seja avesso à ideia de grupos de “minorias” ou “maiorias” sociais, reconheço que os termos já estão consagrados pelo uso e ademais é inaceitável qualquer tipo de discriminação perante os “desiguais”.

A hercúlea luta contra o preconceito e a homofobia possui aspectos sádicos. Diversas vezes essa luta descomunal principia onde o ser humano deveria se sentir mais acolhido e resguardado: ou seja, o grupo familiar. Atualmente, nos EUA, por exemplo, há uma nova classe de moradores de rua (isso mesmo! Moradores de rua) que está crescendo em deplorável rapidez, formada por adolescentes homossexuais expulsos da família. Segundo cálculo do Centro de Progresso Americano, mais de 300 mil jovens tiveram de recorrer a abrigos públicos após serem mandados embora de casa (banidos) pelos próprios pais em face da sua orientação sexual.



FONTE: HYPENESS

A postura do Estado Islâmico contra os homossexuais é extramente excludente. Na Síria, homens gays são atirados do alto de edifícios para morrer ou mesmo torturados. Essa era a realidade ao redor do artista sírio gay Alqumit Alhamad quando ele decidiu deixar o país.

Após ter visto diversos amigos serem vítimas do Estado Islâmico, Alqumit temia por sua vida. Foi quando fugiu de Raqqa, no norte da Síria, em 2012, após um grupo de extremistas transformarem a cidade em sua sede. De lá, o artista foi para a cidade de Aleppo para terminar a universidade. Mas, após alguns mísseis serem atirados no campus, foi a vez de fugir novamente, desta vez com destino à Europa.


Por: Do G1

Entre 5,3% e 8,9% do total da população em situação de rua em São Paulo pertencem à comunidade LGBT, como apontou o censo divulgado pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) da Prefeitura. Coordenadora do Observatório de Políticas Sociais (Cops), da SMADS, Carolina Teixeira Nakagawa Lanfranchi explica que é a primeira vez que o levantamento inclui essa informação.

O censo já havia sido divulgado em março de 2015, mas, na quarta-feira (20), a Prefeitura publicou o perfil socioeconômico da população de rua no Diário Oficial. De acordo com os dados, a cidade tem 15.905 pessoas na rua, sendo 8.570 nos centros de acolhimento e 7.335 em vias e espaços públicos
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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”