Diversidade
    

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A ABRAFH, Associação Brasileira de Famílias Homoafetivas, nasceu em 2013, depois de uma audiência pública na Comissão dos Direitos Humanos do Senado.

Com o objetivo de resguardar os direitos e proteger as famílias de casais e pessoas LGBTQs, a ideia surgiu através de um grupo do Facebook de pessoas que tinham o interesse de compartilhar experiências sobre suas famílias homoafetivas. Hoje, dois anos depois, a associação já conta com mais de 400 membros e busca ganhar mais voz e maior representatividade.

Domingo, 12 Novembro 2017 23:54

Sobre a ABRAFH

No Brasil, atualmente, há um número significativo de famílias homoafetivas ou com membros LGBTI. A ABRAFH surge para preencher uma lacuna decorrente da ausência de legislação específica e para incentivar a elaboração de políticas públicas que assegurem os direitos individuais em uma sociedade cada vez mais plural.

A Associação busca promover o debate e a conscientização da sociedade para cessar as violências verbais (discursos de ódio, bullying) e físicas (espancamentos e assassinatos) contra a comunidade LGBTI, zelando, assim, pelo bem-estar de crianças e adolescentes dessas  famílias.

Registro civil em famílias LGBTI, adoção, técnicas de reprodução assistida e jurisprudência existente estão entre os temas prioritários para a ABRAFH.

Domingo, 12 Novembro 2017 23:51

O que é Pansexualidade?


Pansexual é um termo que não faz parte dos dicionários de língua portuguesa. O conceito, porém, é usado para qualificar a pessoa que se sente atraída sexualmente por outros indivíduos para além do seu gênero. Isto significa que um sujeito pansexual pode ter relações românticas com mulheres, homens, transexuais, intersexuais (ou hermafroditas), etc.

Pode-se dizer, por conseguinte, que os pansexuais podem ter vínculos íntimos com qualquer ser humano, uma vez que não dão relevância às condições de género e sexo. A pansexualidade, efetivamente, caracteriza-se pela minimização da importância da sexualidade e o gênero, algo que diferencia os membros deste grupo relativamente aos indivíduos bissexuais (que podem ter relações com mulheres ou homens, mas reconhecendo a relevância do gênero).

Muitas vezes, porém, é associada a pansexualidade com a bissexualidade. O qualificativo de pansexual não é muito difundido e a ideia de bissexualidade costuma ser suficiente para fazer referência aos gostos sexuais e românticos do indivíduo em questão.

A legisladora norte-americana Mary González, representante do estado de Texas, é uma das poucas figuras públicas que se autodefinem como pansexuais. Segundo ela, a classificação binária homem/mulher não é importante, uma vez que a identidade de gênero não é aquilo que “define” a sua atração por outro ser humano, conforme comentou em declarações publicadas por Huffington Post.

No âmbito da ficção, personagens de series como “Will & Grace” e “Doctor Who” definiram-se como pansexuais.

FONTE: CONCEITO.DE

 

Domingo, 12 Novembro 2017 23:50

Homossexualidade, dna e ignorância

 

Por: Drauzio Varella

A homossexualidade tem forte componente genético. Diversos estudos com gêmeos univitelinos demostraram que, quando um deles é homossexual, a probabilidade de o outro também o ser varia de 20% a 50%, ainda que separados quando bebês e criados por famílias estranhas.

Nas duas últimas décadas, acumulamos evidências científicas suficientes para afirmar que a homossexualidade está longe de ser mera questão de escolha pessoal ou estilo de vida. É condição enraizada na biologia humana.

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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”